Uma menina pisa em um bebe de brinquedo em marcha a favor do aborto na Argentina, e causa revolta

NOVAS NOTICIAS BRASIL 24/03/2020 Relatar Quero comentar

Uma foto de uma garota com um lenço verde, durante uma marcha a favor do aborto, ela pisando numa boneca simbolizando um, causou revolta e foi muito criticada nas redes sociais e também pelos pró-vida argentinos, que rejeitaram a manipulação de um menor por essas causas.

Esse evento aconteceu em Buenos Aires (Argentina) foi durante uma marcha que realizou pró-aborto chamada “pañuelazo” em 19 de fevereiro, esse evento foi organizado pela Direção Nacional do Aborto Legal, Seguro e Livre, que foi replicada em diferentes cidades do país e também no sul-americano.

Isso aconteceu durante o debate sobre a descriminalização do aborto realizada em 2018, os setores a favor de sua prática adotaram ou lenço verde como símbolo, enquanto o Pro-Life fez o mesmo com o lenço azul claro.

Dois manifestantes de "lenço" enviaram uma foto de seu filme como um lenço verde em sua conta do Instagram, que rapidamente se tornou viral nas redes sociais e provocando reações diferentes. Após uma difusão maciça, o usuário excluiu esta e outras fotos da sua conta nas redes.

"Não existe  ato mais discriminatório que o aborto, mas mais aberrante é ver essa afirmação tão tendenciosa que eles querem  perverter as nossas gerações futuras. Ver a imagem de uma garota  pisando num  bebê de brinquedo, nos  precisamos  preocupar com essa situaçao ”, alertou Ana Belén  Marmora, diretora executiva do grupo Frente Joven na Argentina.

Explicou em uma declaração, o ativista pró-vida que "não contentes com a total rejeição no Senado da Argentina  no mês de agosto de 2018, e que os setores do aborto estavam encarregados de espalhar e insistir com uma reivindicação ideológica que tentam nos impor como uma moda, como algo politicamente correto, e também como um 'avanço de direitos' ”.

Esse tipo de ideologia, segundo Marmora, "se torna tão extremo e fanático que a alegação acaba sendo absurda:  Eles falam  que querem defender a mulher e sua liberdade,  mas vemos como eles se apropriam de um menor para a fanatizar e doutrinar".

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